quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda
La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda: La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda
sábado, 19 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
Ain't nothing but ... Não há nada como realmente...
Ele há coisas que acontecem como se não tivessem que acontecer, mas que aparecem ali mesmo ao abrir da porta de um qualquer sítio em qualquer lugar. De facto, não foi bem num lugar qualquer mas sim numa série de sítios reais e virtuais mais ou menos interligados:
No dia 25/12/2012, como não sou muito dado a manifestações natalícias, resolvi apanhar boleia (também se diz partilhar) de uma imagem/mensagem do Ronnie Wood publicada para tal fim na página de fãs dos Stones. Passados poucos dias, perto do fim do ano, o Bruno levou-me com a Margot a um bar de blues nos confins do Soho (Ain't Nothing But...) onde decorria uma jam session bastante animada. Passadas algumas cervejas tive de ir à casinha dos Brothers aliviar a bexiga, mas ao voltar à superfície do jamming dei de caras com uma figura bem conhecida, muito quieta na sombra . Trocámos uns olhares e um aceno cúmplice de cabeças, ao que voltei para o meu canto onde contei o meu encontro e as minhas dúvidas/certezas sobre
a identidade do figurão. O Bruno saíu mais cedo. Eu e a Margot saímos no fim da jam e ao vestir dos casacos, novamente, um aceno e um toque no braço do dito cujo: - Take care... - You too...
No dia seguinte o Bruno disse que tinha uma coisa para mim e mostrou-me as costas do recibo das cervejolas com os rabiscos que se seguem:
Comparando os dois Rs, os quatro ns e as duas pintas dos is, de cada um dos autógrafos até nem parecem muito iguais, pelo que talvez possa mesmo ter sido um figurão sósia do verdadeiro Ronnie que faz este número em diferentes sítios de Londres. Mas de qualquer modo, não tenho grandes dúvidas de que andou aqui por algum sítio de algum qualquer lugar, virtual ou real, uma espécie de karma rolante que durante os finais de 2012 me ligou ao rapaz cara de madeira que juntamente com outra cara, Rod Stuart, mais os ex-Small Faces, excepto o Steve Marriott, deram pelo nome de Faces, muito antes de haver livro das caras e páginas de fãs daquele que mais tarde se haveria de tornar na última pedra rolante. Ou seja, de facto «Não há nada como realmente...»
No dia 25/12/2012, como não sou muito dado a manifestações natalícias, resolvi apanhar boleia (também se diz partilhar) de uma imagem/mensagem do Ronnie Wood publicada para tal fim na página de fãs dos Stones. Passados poucos dias, perto do fim do ano, o Bruno levou-me com a Margot a um bar de blues nos confins do Soho (Ain't Nothing But...) onde decorria uma jam session bastante animada. Passadas algumas cervejas tive de ir à casinha dos Brothers aliviar a bexiga, mas ao voltar à superfície do jamming dei de caras com uma figura bem conhecida, muito quieta na sombra . Trocámos uns olhares e um aceno cúmplice de cabeças, ao que voltei para o meu canto onde contei o meu encontro e as minhas dúvidas/certezas sobre
a identidade do figurão. O Bruno saíu mais cedo. Eu e a Margot saímos no fim da jam e ao vestir dos casacos, novamente, um aceno e um toque no braço do dito cujo: - Take care... - You too...
No dia seguinte o Bruno disse que tinha uma coisa para mim e mostrou-me as costas do recibo das cervejolas com os rabiscos que se seguem:
Comparando os dois Rs, os quatro ns e as duas pintas dos is, de cada um dos autógrafos até nem parecem muito iguais, pelo que talvez possa mesmo ter sido um figurão sósia do verdadeiro Ronnie que faz este número em diferentes sítios de Londres. Mas de qualquer modo, não tenho grandes dúvidas de que andou aqui por algum sítio de algum qualquer lugar, virtual ou real, uma espécie de karma rolante que durante os finais de 2012 me ligou ao rapaz cara de madeira que juntamente com outra cara, Rod Stuart, mais os ex-Small Faces, excepto o Steve Marriott, deram pelo nome de Faces, muito antes de haver livro das caras e páginas de fãs daquele que mais tarde se haveria de tornar na última pedra rolante. Ou seja, de facto «Não há nada como realmente...»
domingo, 2 de dezembro de 2012
Ras Mandal Reggae
Hoje, na feira de velharias da Fuzeta, o César comprou e ofereceu-me o LP (puro vinil em bastante bom estado) DASANUDASA dos Ras Mandal Reggae:
Uma espécie de harakrishna--bollywood-reggae com a benção do saudoso George Harrison, entre outros:
Uma espécie de harakrishna--bollywood-reggae com a benção do saudoso George Harrison, entre outros:
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Jimi Hendrix - Hear My Train Cominn (Acoustic) (HD 1080p)
Teria feito ontem 70 anos - uma longa e saudosa espera por qualquer que seja o comboio, ascendente, descendente, ... que nos deverá levar a esse outro lugar...
sábado, 24 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
“Le Capital” de Konstantinos Costa Gavras
Costa Gravas volta ao lugar do crime com toda a propriedade que lhe é reconhecida:
Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras: Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras
Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras: Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Henry Grimes bass solo "A Stone Communion"
De volta ao Free Jazz, ressuscitado de um largo período de trevas:
«Henry Grimes performes this unique solo on double bass with Zim Ngqawana, sax; and Andrew Cyrille, drums; at The Stone in New York City on November 30, 2010.
Henry Grimes is a jazz double bassist, violinist, and poet who was born on November 3, 1935 in Philadelphia, Pennsylvania. As a child, Grimes took up the violin, then began playing tuba, English horn, percussion, and finally the double bass at age 13 or 14, while he was in high school. Grimes furthered his musical studies at Juilliard, and established a reputation as a versatile bassist in the mid 1950s. He recorded or performed with saxophonists Gerry Mulligan and Sonny Rollins, pianist Thelonious Monk, singer Anita O'Day, clarinetist Benny Goodman and many others. At a time when bassist Charles Mingus was experimenting with a second bass player in his band, Grimes was the person he selected for the job. One of his earliest appearances on film is captured in the Bert Stern documentary on the Newport Jazz Festival, "Jazz on a Summer's Day."
Gradually growing interested in free jazz, Grimes performed with most of the music's important names, including pianist Cecil Taylor, trumpeter Don Cherry, saxophonists Steve Lacy, Pharoah Sanders, Archie Shepp, and Albert Ayler. He released one album, The Call as a trio leader for the ESP-Disk record label in 1965. The album features Perry Robinson on clarinet and Tom Price on drums and is considered to be of a great quality representative of his career.
After more than a decade of activity and performance, notably as a leading bassist in free jazz, Grimes completely disappeared from the music scene around 1970 and was presumed dead.
Marshall Marrotte, a social worker and jazz fan, set out to discover Grimes's fate once and for all. In 2003, he found Grimes alive but nearly destitute, without a bass to play, renting a tiny apartment in Los Angeles, California, writing poetry and doing odd jobs to support himself. He had fallen out of touch with the jazz world and was unaware Albert Ayler had died, but was eager to perform again.
Word spread of Grimes's 'resurrection', and some musicians and fans offered their help. Bassist William Parker donated a bass (nicknamed "Olive Oil", for its distinctive greenish color) and with David Gage's help had it shipped from New York to Los Angeles, and others assisted with travel expenses and arranging performances. Grimes's return was featured in The New York Times and on National Public Radio».
«Henry Grimes performes this unique solo on double bass with Zim Ngqawana, sax; and Andrew Cyrille, drums; at The Stone in New York City on November 30, 2010.
Henry Grimes is a jazz double bassist, violinist, and poet who was born on November 3, 1935 in Philadelphia, Pennsylvania. As a child, Grimes took up the violin, then began playing tuba, English horn, percussion, and finally the double bass at age 13 or 14, while he was in high school. Grimes furthered his musical studies at Juilliard, and established a reputation as a versatile bassist in the mid 1950s. He recorded or performed with saxophonists Gerry Mulligan and Sonny Rollins, pianist Thelonious Monk, singer Anita O'Day, clarinetist Benny Goodman and many others. At a time when bassist Charles Mingus was experimenting with a second bass player in his band, Grimes was the person he selected for the job. One of his earliest appearances on film is captured in the Bert Stern documentary on the Newport Jazz Festival, "Jazz on a Summer's Day."
Gradually growing interested in free jazz, Grimes performed with most of the music's important names, including pianist Cecil Taylor, trumpeter Don Cherry, saxophonists Steve Lacy, Pharoah Sanders, Archie Shepp, and Albert Ayler. He released one album, The Call as a trio leader for the ESP-Disk record label in 1965. The album features Perry Robinson on clarinet and Tom Price on drums and is considered to be of a great quality representative of his career.
After more than a decade of activity and performance, notably as a leading bassist in free jazz, Grimes completely disappeared from the music scene around 1970 and was presumed dead.
Marshall Marrotte, a social worker and jazz fan, set out to discover Grimes's fate once and for all. In 2003, he found Grimes alive but nearly destitute, without a bass to play, renting a tiny apartment in Los Angeles, California, writing poetry and doing odd jobs to support himself. He had fallen out of touch with the jazz world and was unaware Albert Ayler had died, but was eager to perform again.
Word spread of Grimes's 'resurrection', and some musicians and fans offered their help. Bassist William Parker donated a bass (nicknamed "Olive Oil", for its distinctive greenish color) and with David Gage's help had it shipped from New York to Los Angeles, and others assisted with travel expenses and arranging performances. Grimes's return was featured in The New York Times and on National Public Radio».
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
É bom que se reconheça a excelência da obra de Ken Loach:
Dos premios en un mes para Ken Loach, cineasta solidario e internacionalista: Dos premios en un mes para Ken Loach, cineasta solidario e internacionalista
domingo, 14 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Sobre "Jornalismo Cultural"
Artigo de Zara Soares que vale a pena ler (e partilhar) em:
ARTECAPITAL.NET
ARTECAPITAL.NET
sábado, 1 de setembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Oração para Marylin, de Ernesto Cardenal
(poderia ter sido publicada no dia 5/8, assinalando os 50 anos do seu «fade out», mas teria sido demasiado necrófilo para o seu gosto)
Oración por Marilyn Monroe de Ernesto Cardenal
Señor
recibe a esta muchacha conocida en toda la Tierra con el nombre de
Marilyn Monroe,
aunque ése no era su verdadero nombre
(pero Tú conoces su verdadero nombre, el de la huerfanita violada a los
9 años y la empleadita de tienda que a los 16 se había querido matar)
y que ahora se presenta ante Ti sin ningún maquillaje
sin su Agente de Prensa
sin fotógrafos y sin firmar autógrafos
sola como un astronauta frente a la noche espacial.
Ella soñó cuando niña que estaba desnuda en una iglesia (según cuenta el Times)
ante una multitud postrada, con las cabezas en el suelo
y tenía que caminar en puntillas para no pisar las cabezas.
Tú conoces nuestros sueños mejor que los psiquiatras.
Iglesia, casa, cueva, son la seguridad del seno materno
pero también algo más que eso...
Las cabezas son los admiradores, es claro
(la masa de cabezas en la oscuridad bajo el chorro de luz).
Pero el templo no son los estudios de la 20th Century-Fox.
El templo -de mármol y oro- es el templo de su cuerpo
en el que está el hijo de Hombre con un látigo en la mano
expulsando a los mercaderes de la 20th Century-Fox
que hicieron de Tu casa de oración una cueva de ladrones.
Señor
en este mundo contaminado de pecados y de radiactividad,
Tú no culparás tan sólo a una empleadita de tienda
que como toda empleadita de tienda soñó con ser estrella de cine.
Y su sueño fue realidad (pero como la realidad del tecnicolor).
Ella no hizo sino actuar según el script que le dimos,
el de nuestras propias vidas, y era un script absurdo.
Perdónala, Señor, y perdónanos a nosotros
por nuestra 20th Century
por esa Colosal Super-Producción en la que todos hemos trabajado.
Ella tenía hambre de amor y le ofrecimos tranquilizantes.
Para la tristeza de no ser santos
se le recomendó el Psicoanálisis.
Recuerda Señor su creciente pavor a la cámara
y el odio al maquillaje insistiendo en maquillarse en cada escena
y cómo se fue haciendo mayor el horror
y mayor la impuntualidad a los estudios.
Como toda empleadita de tienda
soñó ser estrella de cine.
Y su vida fue irreal como un sueño que un psiquiatra interpreta y archiva.
Sus romances fueron un beso con los ojos cerrados
que cuando se abren los ojos
se descubre que fue bajo reflectores
¡y se apagan los reflectores!
Y desmontan las dos paredes del aposento (era un set cinematográfico)
mientras el Director se aleja con su libreta
porque la escena ya fue tomada.
O como un viaje en yate, un beso en Singapur, un baile en Río
la recepción en la mansión del Duque y la Duquesa de Windsor
vistos en la salita del apartamento miserable.
La película terminó sin el beso final.
La hallaron muerta en su cama con la mano en el teléfono.
Y los detectives no supieron a quién iba a llamar.
Fue
como alguien que ha marcado el número de la única voz amiga
y oye tan solo la voz de un disco que le dice: Wrong Number
O como alguien que herido por los gangsters
alarga la mano a un teléfono desconectado.
Señor:
quienquiera que haya sido el que ella iba a llamar
y no llamó (y tal vez no era nadie
o era Alguien cuyo número no está en el Directorio de los Ángeles)
¡contesta Tú al teléfono!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Política de drogas portuguesa oferece moderado optimismo
Política de drogas portuguesa ofrece moderado optimismo: Mario Queiroz (IPS/Lisboa)
Temos poucas coisas em Portugal relacionadas com «políticas» sociais e outras questões públicas que sejam unanimemente elogiadas como medidas a recomendar e, muito menos, como das melhores do mundo. Neste caso, quase único, têm chegado elogios, de facto, de todo o mundo, excepto de Portugal. Será porque o seu principal protagonista nem sempre é muito alinhado com os diferentes detentores do poder, que só o vão tolerando pela sua incontornável credibilidade e inquestionável competência?
Temos poucas coisas em Portugal relacionadas com «políticas» sociais e outras questões públicas que sejam unanimemente elogiadas como medidas a recomendar e, muito menos, como das melhores do mundo. Neste caso, quase único, têm chegado elogios, de facto, de todo o mundo, excepto de Portugal. Será porque o seu principal protagonista nem sempre é muito alinhado com os diferentes detentores do poder, que só o vão tolerando pela sua incontornável credibilidade e inquestionável competência?
João Goulão: “Combatemos o vício, não o viciado”, in ÉPOCA, 20/01/2012, S. Paulo.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Censura: Facebook veta una portada de Merkel y Rajoy en plan sadomaso en El Jueves
Censura: Facebook veta una portada de Merkel y Rajoy en plan sadomaso en El Jueves: Censura: Facebook veta una portada de Merkel y Rajoy en plan sadomaso en El Jueves
sábado, 9 de junho de 2012
Morreu Ray Bradbury, e todos nós ficamos mais pobres, até de espírito.
Ray Bradbury, un clásico de la contrautopía: Ray Bradbury, un clásico de la contrautopía
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