segunda-feira, 22 de julho de 2013
O Grande Pharoah Sanders
A não perder,
no auditório ao ar livre da Gulbenkian no próximo dia 11/08/2013! E aqui ao vivo, em 2011, no Jazz Café de Camden, Londres:
domingo, 28 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
A Luz vai entrando de mansinho,
assim, pé-ante-pé, de modo a acordar suavemente o monument valley sem espantar por tabela as violetas que encaminham a primavera até ao verão...
terça-feira, 16 de abril de 2013
V Mostra de Cultura Fílmica
No âmbito dos trabalhos práticos a realizar pelos alunos da unidade curricular de Cultura Fílmica, opção do curso de Ciências da Comunicação, da ESEC - Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve, em colaboração com o Grupo de Investigação em Estudos Fílmicos do CIAC - Centro de Investigação em Artes e Comunicação e o CCF - Cineclube de Faro, vai ter lugar a V Mostra de Cultura Fílmica no dia 3 de Maio de 2013, subordinada ao tema A importância da Música (e da sua falta) no Cinema, integrando a iniciativa nacional «7 DIAS com os MEDIA», com o seguinte programa (provisório) para 1 DIA com o CINEMA:
9.30 - Palestra de abertura: A Música no Cinema - Anf. Paulo Freire, ESEC
11.00 - A Música de Mahler no filme MORTE EM VENEZA - Anf. Paulo Freire, ESEC
15.00 - O Género Musical - Anf. Saramago, CP da Penha
17.00 - A Ausência de Música no filme OS PÁSSAROS - Anf. Saramago, CP da Penha
18.00 - Leilão de cartazes de filmes - Anf. Saramago, CP da Penha
21. 30 - Visionamento de NO DIRECTION HOME - (em local de Faro a confirmar).
9.30 - Palestra de abertura: A Música no Cinema - Anf. Paulo Freire, ESEC
11.00 - A Música de Mahler no filme MORTE EM VENEZA - Anf. Paulo Freire, ESEC
15.00 - O Género Musical - Anf. Saramago, CP da Penha
17.00 - A Ausência de Música no filme OS PÁSSAROS - Anf. Saramago, CP da Penha
18.00 - Leilão de cartazes de filmes - Anf. Saramago, CP da Penha
21. 30 - Visionamento de NO DIRECTION HOME - (em local de Faro a confirmar).
terça-feira, 26 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Black London Blues
Há dezenas de anos que andava à procura deste disco do Ram John Holder, que comprei em 1970 na Feira do Disco da Rua Forno do Tijolo, mas que depois perdi nalguma das muitas mudanças que fui fazendo ao longo dos anos. Agora já cá canta, em CD, é certo, mas ainda estou no encalço de um LP ao virar da próxima esquina.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda
La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda: La banda Picasso, ni biografía, ni biopic, ni película redonda
sábado, 19 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
Ain't nothing but ... Não há nada como realmente...
Ele há coisas que acontecem como se não tivessem que acontecer, mas que aparecem ali mesmo ao abrir da porta de um qualquer sítio em qualquer lugar. De facto, não foi bem num lugar qualquer mas sim numa série de sítios reais e virtuais mais ou menos interligados:
No dia 25/12/2012, como não sou muito dado a manifestações natalícias, resolvi apanhar boleia (também se diz partilhar) de uma imagem/mensagem do Ronnie Wood publicada para tal fim na página de fãs dos Stones. Passados poucos dias, perto do fim do ano, o Bruno levou-me com a Margot a um bar de blues nos confins do Soho (Ain't Nothing But...) onde decorria uma jam session bastante animada. Passadas algumas cervejas tive de ir à casinha dos Brothers aliviar a bexiga, mas ao voltar à superfície do jamming dei de caras com uma figura bem conhecida, muito quieta na sombra . Trocámos uns olhares e um aceno cúmplice de cabeças, ao que voltei para o meu canto onde contei o meu encontro e as minhas dúvidas/certezas sobre
a identidade do figurão. O Bruno saíu mais cedo. Eu e a Margot saímos no fim da jam e ao vestir dos casacos, novamente, um aceno e um toque no braço do dito cujo: - Take care... - You too...
No dia seguinte o Bruno disse que tinha uma coisa para mim e mostrou-me as costas do recibo das cervejolas com os rabiscos que se seguem:
Comparando os dois Rs, os quatro ns e as duas pintas dos is, de cada um dos autógrafos até nem parecem muito iguais, pelo que talvez possa mesmo ter sido um figurão sósia do verdadeiro Ronnie que faz este número em diferentes sítios de Londres. Mas de qualquer modo, não tenho grandes dúvidas de que andou aqui por algum sítio de algum qualquer lugar, virtual ou real, uma espécie de karma rolante que durante os finais de 2012 me ligou ao rapaz cara de madeira que juntamente com outra cara, Rod Stuart, mais os ex-Small Faces, excepto o Steve Marriott, deram pelo nome de Faces, muito antes de haver livro das caras e páginas de fãs daquele que mais tarde se haveria de tornar na última pedra rolante. Ou seja, de facto «Não há nada como realmente...»
No dia 25/12/2012, como não sou muito dado a manifestações natalícias, resolvi apanhar boleia (também se diz partilhar) de uma imagem/mensagem do Ronnie Wood publicada para tal fim na página de fãs dos Stones. Passados poucos dias, perto do fim do ano, o Bruno levou-me com a Margot a um bar de blues nos confins do Soho (Ain't Nothing But...) onde decorria uma jam session bastante animada. Passadas algumas cervejas tive de ir à casinha dos Brothers aliviar a bexiga, mas ao voltar à superfície do jamming dei de caras com uma figura bem conhecida, muito quieta na sombra . Trocámos uns olhares e um aceno cúmplice de cabeças, ao que voltei para o meu canto onde contei o meu encontro e as minhas dúvidas/certezas sobre
a identidade do figurão. O Bruno saíu mais cedo. Eu e a Margot saímos no fim da jam e ao vestir dos casacos, novamente, um aceno e um toque no braço do dito cujo: - Take care... - You too...
No dia seguinte o Bruno disse que tinha uma coisa para mim e mostrou-me as costas do recibo das cervejolas com os rabiscos que se seguem:
Comparando os dois Rs, os quatro ns e as duas pintas dos is, de cada um dos autógrafos até nem parecem muito iguais, pelo que talvez possa mesmo ter sido um figurão sósia do verdadeiro Ronnie que faz este número em diferentes sítios de Londres. Mas de qualquer modo, não tenho grandes dúvidas de que andou aqui por algum sítio de algum qualquer lugar, virtual ou real, uma espécie de karma rolante que durante os finais de 2012 me ligou ao rapaz cara de madeira que juntamente com outra cara, Rod Stuart, mais os ex-Small Faces, excepto o Steve Marriott, deram pelo nome de Faces, muito antes de haver livro das caras e páginas de fãs daquele que mais tarde se haveria de tornar na última pedra rolante. Ou seja, de facto «Não há nada como realmente...»
domingo, 2 de dezembro de 2012
Ras Mandal Reggae
Hoje, na feira de velharias da Fuzeta, o César comprou e ofereceu-me o LP (puro vinil em bastante bom estado) DASANUDASA dos Ras Mandal Reggae:
Uma espécie de harakrishna--bollywood-reggae com a benção do saudoso George Harrison, entre outros:
Uma espécie de harakrishna--bollywood-reggae com a benção do saudoso George Harrison, entre outros:
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Jimi Hendrix - Hear My Train Cominn (Acoustic) (HD 1080p)
Teria feito ontem 70 anos - uma longa e saudosa espera por qualquer que seja o comboio, ascendente, descendente, ... que nos deverá levar a esse outro lugar...
sábado, 24 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
“Le Capital” de Konstantinos Costa Gavras
Costa Gravas volta ao lugar do crime com toda a propriedade que lhe é reconhecida:
Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras: Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras
Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras: Cine de estreno en Paris: “El capital” de Konstantinos Costa Gavras
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Henry Grimes bass solo "A Stone Communion"
De volta ao Free Jazz, ressuscitado de um largo período de trevas:
«Henry Grimes performes this unique solo on double bass with Zim Ngqawana, sax; and Andrew Cyrille, drums; at The Stone in New York City on November 30, 2010.
Henry Grimes is a jazz double bassist, violinist, and poet who was born on November 3, 1935 in Philadelphia, Pennsylvania. As a child, Grimes took up the violin, then began playing tuba, English horn, percussion, and finally the double bass at age 13 or 14, while he was in high school. Grimes furthered his musical studies at Juilliard, and established a reputation as a versatile bassist in the mid 1950s. He recorded or performed with saxophonists Gerry Mulligan and Sonny Rollins, pianist Thelonious Monk, singer Anita O'Day, clarinetist Benny Goodman and many others. At a time when bassist Charles Mingus was experimenting with a second bass player in his band, Grimes was the person he selected for the job. One of his earliest appearances on film is captured in the Bert Stern documentary on the Newport Jazz Festival, "Jazz on a Summer's Day."
Gradually growing interested in free jazz, Grimes performed with most of the music's important names, including pianist Cecil Taylor, trumpeter Don Cherry, saxophonists Steve Lacy, Pharoah Sanders, Archie Shepp, and Albert Ayler. He released one album, The Call as a trio leader for the ESP-Disk record label in 1965. The album features Perry Robinson on clarinet and Tom Price on drums and is considered to be of a great quality representative of his career.
After more than a decade of activity and performance, notably as a leading bassist in free jazz, Grimes completely disappeared from the music scene around 1970 and was presumed dead.
Marshall Marrotte, a social worker and jazz fan, set out to discover Grimes's fate once and for all. In 2003, he found Grimes alive but nearly destitute, without a bass to play, renting a tiny apartment in Los Angeles, California, writing poetry and doing odd jobs to support himself. He had fallen out of touch with the jazz world and was unaware Albert Ayler had died, but was eager to perform again.
Word spread of Grimes's 'resurrection', and some musicians and fans offered their help. Bassist William Parker donated a bass (nicknamed "Olive Oil", for its distinctive greenish color) and with David Gage's help had it shipped from New York to Los Angeles, and others assisted with travel expenses and arranging performances. Grimes's return was featured in The New York Times and on National Public Radio».
«Henry Grimes performes this unique solo on double bass with Zim Ngqawana, sax; and Andrew Cyrille, drums; at The Stone in New York City on November 30, 2010.
Henry Grimes is a jazz double bassist, violinist, and poet who was born on November 3, 1935 in Philadelphia, Pennsylvania. As a child, Grimes took up the violin, then began playing tuba, English horn, percussion, and finally the double bass at age 13 or 14, while he was in high school. Grimes furthered his musical studies at Juilliard, and established a reputation as a versatile bassist in the mid 1950s. He recorded or performed with saxophonists Gerry Mulligan and Sonny Rollins, pianist Thelonious Monk, singer Anita O'Day, clarinetist Benny Goodman and many others. At a time when bassist Charles Mingus was experimenting with a second bass player in his band, Grimes was the person he selected for the job. One of his earliest appearances on film is captured in the Bert Stern documentary on the Newport Jazz Festival, "Jazz on a Summer's Day."
Gradually growing interested in free jazz, Grimes performed with most of the music's important names, including pianist Cecil Taylor, trumpeter Don Cherry, saxophonists Steve Lacy, Pharoah Sanders, Archie Shepp, and Albert Ayler. He released one album, The Call as a trio leader for the ESP-Disk record label in 1965. The album features Perry Robinson on clarinet and Tom Price on drums and is considered to be of a great quality representative of his career.
After more than a decade of activity and performance, notably as a leading bassist in free jazz, Grimes completely disappeared from the music scene around 1970 and was presumed dead.
Marshall Marrotte, a social worker and jazz fan, set out to discover Grimes's fate once and for all. In 2003, he found Grimes alive but nearly destitute, without a bass to play, renting a tiny apartment in Los Angeles, California, writing poetry and doing odd jobs to support himself. He had fallen out of touch with the jazz world and was unaware Albert Ayler had died, but was eager to perform again.
Word spread of Grimes's 'resurrection', and some musicians and fans offered their help. Bassist William Parker donated a bass (nicknamed "Olive Oil", for its distinctive greenish color) and with David Gage's help had it shipped from New York to Los Angeles, and others assisted with travel expenses and arranging performances. Grimes's return was featured in The New York Times and on National Public Radio».
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