sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pai


"A morte saiu à rua num dia assim, naquele lugar sem nome pra qualquer fim..."

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Lisbeth Salander - Hasta la Vista, Siempre!

ilustração de Vítor Ferreira
O artigo de capa da Pública de hoje é sobre o charme cada vez menos discreto, logo, eventualmente também cada vez mais pequeno-burguês, dos policiais nórdicos e sobretudo suecos, onde a jornalista Clara Barata dá boa nota de um conjunto de fenómenos socio-culturais que podem ajudar a perceber melhor porque é que ficamos agarrados às escritas policiais que nos chegam do frio. Será Lisbeth Salander o Che Guevara dos nossos dias?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Artes idas


Quando alguém ainda criticava alguma coisa de jeito, logo a caixinha mágica tirava uns fantasmas da manga.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Flajazzar o Zé Duarte


no Gimbras e (antes) na Universidade.



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Fando e Lis em Faro


Teatro Municipal de Faro

(Pequeno Auditório)

A PESTE – ASSOCIAÇÃO DE PESQUISA TEATRAL

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ritos da Flajazzação

Entremeados com "Master-Homenagens" e "Unidades de Produção Jazzística"
aqui fica a agenda dos mais próximos rituais.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Talvez recomece

Quem sabe? Com os Ritos da Flajazzação!

Secou a conversa

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Conversa (a)fiada?


«Boa conversa!»
«Boa conversa!»

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Quem sabe? Quem escuta? Quem não sabe?


«Eu não sei
se eles não sabem
que eu não sei
que eles não sabem
que eu não sei ... »

(imagem retirada de rtp.pt)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

E o Algarve pós-votos?


Isto assim, até parece quase um blogue eleitoral, ou de política, ou de outra coisa qualquer de que costumamos fugir a sete pés, ...

(Também publicado no

Nestes últimos dias de campanha para as legislativas, que se confundem com os das autárquicas em banho-maria, após um já longo período de pré-campanhas para umas e outras em que se misturam as mensagens, os agentes, as promessas e os tons eleitorais (tantas vezes eleitoralistas), dou por mim a pensar no «Algarve pós-votos» em que eu gostaria de viver, mas para cuja concretização, de facto, não acalento grandes esperanças, independentemente de quais venham a ser os resultados dos diferentes escrutínios.
E no entanto, algumas das questões que agora me passam pela mente até são abordadas pelas campanhas de vários candidatos, a vários níveis…, mas mesmo assim, duvido. Vejamos porquê.
Gostaria de, após exercer o meu dever cívico de eleitor, poder utilizar boa uma rede de transportes públicos, integrados de comboios ou metro de superfície com autocarros não poluentes, que me levassem sem grandes peripécias e enorme imprevisibilidade a qualquer local da região, ou, pelo menos, a uma parte significativa dos locais com alguma importância pública ao longo do litoral. Penso que não era pedir muito.
Por exemplo, poder vir do aeroporto de Faro, para Faro, pelo menos às horas mais normais do respectivo tráfego aéreo, confiando nos horários e percursos indicados (se fossem de facto indicados).
Ou então poder ir de Faro a Sagres sem gastar um dia inteiro de esperas e desencontros entre diferentes meios de transporte, horários e plataformas de comutação. Já agora, não me desgostaria poder andar de bicicleta ao longo da magnífica linha de costa algarvia sem a ilusão traiçoeira e completamente assassina, do ponto de vista da segurança rodoviária, que representa uma famigerada linha azul a fazer de ciclovia-travesti em muitos troços para tal assinalados, só para inglês ver e para os fundos comunitários enganar.
Gostaria de poder andar por todo o lado sem a lixeira contínua ao longo das estradas e ruas, qualquer estrada…, qualquer rua…
Gostaria, enfim, de poder andar por qualquer passeio sem a praga omnipresente de automóveis inamovíveis e intocáveis…
Como referi, vários candidatos tocam estas teclas nas suas campanhas e pré-campanhas, mas eu duvido, é que nestas coisas eu já estou como aquele santo, ver para crer! Por outro lado, aquilo que eu dispensaria de bom grado ao longo destes já longos dias de campanhas e pré-campanhas, são aqueles cartazes ou «out doors» mastodônticos onde se exibem algumas das principais personagens eleitorais, em fotografias da mais duvidosa qualidade fotogénica, as quais, para além de constituírem por vezes verdadeiros atentados paisagísticos, têm também a inevitável função de nos fazer cansar daquelas carantonhas perenes. Na verdade, de tão insistentemente perenes que se nos apresentam, essas mesmas carantonhas, correm um sério risco de se tornar caducas por redundância – é uma das leis da incomunicação. Embora, em boa verdade, algumas já sejam caducas por natureza, mas mesmo assim, eu dispensava…

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nas Europeias, porque votaram os portugueses como (não) votaram?

As abstenções.
Primeiro porque estão fartos do tom trauliteiro das campanhas, mas que se estende ao próprio parlamento da república onde cada interveniente procura elevar a voz bem mais alto do que o seu interlocutor e rematar com um «soundbyte» jocoso que lhe garanta algumas gargalhadas dos seus vizinhos mais próximos, o qual não deixa nem a mais ínfima margem para qualquer debate sério, honesto e fundamentado sobre os problemas em questão.
Depois porque bem pode o PSD vir dizer que é a única alternativa ao PS que já ninguém acredita tratar-se de qualquer verdadeira alternativa, mas tão só de alternância em que os «jobs» passam dos «boys» de um partido para os «boys» do outro, sendo que das demais formações partidárias, mesmo com a previsível subida do BE face ao clima propício a manifestações de descontentamento geral, ninguém espera qualquer alternativa nem tão pouco alternância, quanto mais não seja pela falta de jeito de algumas, como, também, pela apetência sôfrega e desmedida de outras (o CDS já por lá andou a alternar e deixou esse facto bem claro).
Estes factores justificam só por si e em muito os quase 2/3 de abstenções.

Os que votaram Branco (perto de 5%).
Pelas mesmas razões dos anteriores, mas querendo afirmar de forma mais militante e determinada que o presente «status quo» da república (mesmo em maré de ir a banhos europeus) está muito semelhante ao do velho aforismo: «isto já parece mais uma república do que outra coisa».

Os que não votaram PS.
Porque estão fartos dos ares socráticos e arrogantes qb do «big boss» e também não encontraram nenhum antídoto credível nos ares patuscos do avô cantigas (aliás, muito menos vital do que o outro), como professor de fila dos candidatos pê-esses, sobretudo quando empurrado para a traulitada até mais não pelo próprio engenheiro.

Os que não votaram PSD.
Porque não gostaram dos primeiros «outdoors» do chefe das hostes laranja atufadamente abotoado como quem quer rebentar pelas costuras o espartilho do fato, facto, de aprimorado corte neo-liberal recauchutado, a dar para o executivo MBA à pressa.

Os que votaram BE.
Porque estava lá uma carinha laroca (Marisa Matias) a fazer esquecer os ares de padreca inveterado (Louçã), de sacristão safado que vai à socapa às galhetas (Portas) e de intelectual caixa de óculos metido a cronista de referência (Tavares).

Os que votaram CDU.
Para ver se algum dos Verdes seria capaz de se juntar ao Cohen Bandit lá nas lides parlamentares europeias.

Os que votaram CDS.
Para ver se o Nuno Melo também sabe cantar o fado, qual marialva de camisa aberta no peito e leve madeixa ao vento, para camones fora de Portas.

Os que votaram Nulo (perto de 2%).
Porque alguns ainda não sabem ler, outros ainda não sabem ver bonecos e outros, ainda, não querem deixar o voto contra a república das bananas apenas em branco.

Os outros todos juntos (perto de 5%).
Porque gostaram da Laurinda Alves, por saudades do Garcia Pereira, ou por defeito do tipo cruzinha automática do euromilhões.
Logo, feitas todas as contas, ganharam obviamente os que (não) votaram em massa por um mesmo ideário, qualquer que pudesse ter sido, com as consequências previsíveis de um tal acto de (não) voto. A democracia (não) agradece.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Âncoras-a-ver-o-Mar

© vr-b, 2009, Pedras d'el Rei, Tavira.
«... mar salgado, quanto do teu sal...»

terça-feira, 2 de junho de 2009

The Accident as a Work of Art

© AFP/Johnsson Liu, September 21, 1999, Wufeng, Taiwan.

No sítio da «Fondation Cartier pour l'art contemporain» Paul Virilio apresenta diferentes exemplos de imagens obtidas em contextos de acidente e catástrofe que, no entanto, podem ser considerados como obras de arte. Polémico?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Arraial

© vr-b, 2009, Pedras d'el Rei, Tavira.

Depois da sobriedade da chaminé alentejana, autêntico torreão da dignidade inabalável daquelas gentes, a placitude de um velho arraial de armação inerte, ... mais ao sul.

domingo, 24 de maio de 2009

Chaminé Alentejana

© vr-b, 2009, Porto da Espada, Marvão, Alto Alentejo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Sun, Shadow, Sand... and ... Fence ...

© vr-b, 2009, ... do we need a fence ... to ride ...

domingo, 17 de maio de 2009

The Universal Work of Art … from Chaos to Cosmos … it Flows in Pink ... on the Dark Side ... and in Deep Blue ... Marine ...

En haut les galaxies observées avec le HST.
En dessous analyse des mouvements de gaz avec FLAMES/GIRAFFE.
© ESO/Hammer et al.

Considering Paul Hertz's comments: «Do artists discipline themselves to chaos : scientists discipline themselves of chaos?», according to Sarah Jane Pell, <http://www.underseacolony.com/>
and thanks to the information of Roger Malina at the Le LAM – Le Laboratoire d'Astrophysique de Marseille:
The Universal Work of Art ...
…, which science tries to study, understand and explain, although the «astronomical communication domine» shared by the author, the critic and the public (even the solicitors) has not always been that easy to define… nevertheless, optical, electronic and digital media have done quite a lot to make it closer, more visual and less abstract … yet, the big picture is still quite puzzling and therefore attractive …, in fact, attraction is one of its most interesting structural aspects … who knows if, one day, it will be possible to discover its mechanism of «montage des attractions»?