quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nos Caminhos da Flajazzação

E o próximo, será assim? Com Vuvuzelas e Marcação à Zona?

sábado, 5 de junho de 2010

O Último Concerto em Almodôvar

Momento de grande intensidade flajazzativa durante o último concerto em Almodôvar.

domingo, 9 de maio de 2010

Next stop: Valado de Frades

Ontem, em Tavira, não correu mal e o Tó Viegas conseguiu gravar tudo, a próxima paragem será no Festival de Jazz de Valado de Frades, em 15 de Maio.
E entretanto já há alguns sons para serem ouvidos na rede!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quem é que não vê os submarinos?

Os submarinos quando andam à chuva, molham-se?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

The First Night at Pátio das Letras

Com a autoria fotográfica da Ana C.

domingo, 4 de abril de 2010

Os Flajazzados vão entrando no MySpace

E já têm página, mérito do Pinto, but don't despair with the photo, others will come...

quinta-feira, 1 de abril de 2010

do Veludo Profundo ao Puro Veludo


Por sugestão do David, associei este Bourée à flauta mais aveludada das flautas que já ouvi e a Femme Fatale Nico ao metropolitano mais aveludado em que já viajei.

domingo, 28 de março de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

Nos Artistas, à media luz, em Faro que é Faro

Nós fomos os flajazzados do vento leste e até já parecia TempodeVerão,...

sexta-feira, 12 de março de 2010

sábado, 6 de março de 2010

Os Frutos Proibidos de Luis Buñuel

Será o tema de uma Conferência que terá lugar na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Málaga, esta segunda, dia 8/3/2010.

quinta-feira, 4 de março de 2010

AVANCA | CINEMA


Conferência Internacional Cinema - Arte, Tecnologia, Comunicação.

De 28 a 30 de Julho de 2010,

em Avanca.

Mais informação em http://www.avanca.org/


Cinema International Conference - Art, Technology, Communication.

July 28 - 30, 2010,

in Avanca, Portugal.

More information in www.avanca.org/EN/index_en.php

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pai


"A morte saiu à rua num dia assim, naquele lugar sem nome pra qualquer fim..."

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Lisbeth Salander - Hasta la Vista, Siempre!

ilustração de Vítor Ferreira
O artigo de capa da Pública de hoje é sobre o charme cada vez menos discreto, logo, eventualmente também cada vez mais pequeno-burguês, dos policiais nórdicos e sobretudo suecos, onde a jornalista Clara Barata dá boa nota de um conjunto de fenómenos socio-culturais que podem ajudar a perceber melhor porque é que ficamos agarrados às escritas policiais que nos chegam do frio. Será Lisbeth Salander o Che Guevara dos nossos dias?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Artes idas


Quando alguém ainda criticava alguma coisa de jeito, logo a caixinha mágica tirava uns fantasmas da manga.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A Flajazzar o Zé Duarte


no Gimbras e (antes) na Universidade.



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Fando e Lis em Faro


Teatro Municipal de Faro

(Pequeno Auditório)

A PESTE – ASSOCIAÇÃO DE PESQUISA TEATRAL

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ritos da Flajazzação

Entremeados com "Master-Homenagens" e "Unidades de Produção Jazzística"
aqui fica a agenda dos mais próximos rituais.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Talvez recomece

Quem sabe? Com os Ritos da Flajazzação!

Secou a conversa

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Conversa (a)fiada?


«Boa conversa!»
«Boa conversa!»

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Quem sabe? Quem escuta? Quem não sabe?


«Eu não sei
se eles não sabem
que eu não sei
que eles não sabem
que eu não sei ... »

(imagem retirada de rtp.pt)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

E o Algarve pós-votos?


Isto assim, até parece quase um blogue eleitoral, ou de política, ou de outra coisa qualquer de que costumamos fugir a sete pés, ...

(Também publicado no

Nestes últimos dias de campanha para as legislativas, que se confundem com os das autárquicas em banho-maria, após um já longo período de pré-campanhas para umas e outras em que se misturam as mensagens, os agentes, as promessas e os tons eleitorais (tantas vezes eleitoralistas), dou por mim a pensar no «Algarve pós-votos» em que eu gostaria de viver, mas para cuja concretização, de facto, não acalento grandes esperanças, independentemente de quais venham a ser os resultados dos diferentes escrutínios.
E no entanto, algumas das questões que agora me passam pela mente até são abordadas pelas campanhas de vários candidatos, a vários níveis…, mas mesmo assim, duvido. Vejamos porquê.
Gostaria de, após exercer o meu dever cívico de eleitor, poder utilizar boa uma rede de transportes públicos, integrados de comboios ou metro de superfície com autocarros não poluentes, que me levassem sem grandes peripécias e enorme imprevisibilidade a qualquer local da região, ou, pelo menos, a uma parte significativa dos locais com alguma importância pública ao longo do litoral. Penso que não era pedir muito.
Por exemplo, poder vir do aeroporto de Faro, para Faro, pelo menos às horas mais normais do respectivo tráfego aéreo, confiando nos horários e percursos indicados (se fossem de facto indicados).
Ou então poder ir de Faro a Sagres sem gastar um dia inteiro de esperas e desencontros entre diferentes meios de transporte, horários e plataformas de comutação. Já agora, não me desgostaria poder andar de bicicleta ao longo da magnífica linha de costa algarvia sem a ilusão traiçoeira e completamente assassina, do ponto de vista da segurança rodoviária, que representa uma famigerada linha azul a fazer de ciclovia-travesti em muitos troços para tal assinalados, só para inglês ver e para os fundos comunitários enganar.
Gostaria de poder andar por todo o lado sem a lixeira contínua ao longo das estradas e ruas, qualquer estrada…, qualquer rua…
Gostaria, enfim, de poder andar por qualquer passeio sem a praga omnipresente de automóveis inamovíveis e intocáveis…
Como referi, vários candidatos tocam estas teclas nas suas campanhas e pré-campanhas, mas eu duvido, é que nestas coisas eu já estou como aquele santo, ver para crer! Por outro lado, aquilo que eu dispensaria de bom grado ao longo destes já longos dias de campanhas e pré-campanhas, são aqueles cartazes ou «out doors» mastodônticos onde se exibem algumas das principais personagens eleitorais, em fotografias da mais duvidosa qualidade fotogénica, as quais, para além de constituírem por vezes verdadeiros atentados paisagísticos, têm também a inevitável função de nos fazer cansar daquelas carantonhas perenes. Na verdade, de tão insistentemente perenes que se nos apresentam, essas mesmas carantonhas, correm um sério risco de se tornar caducas por redundância – é uma das leis da incomunicação. Embora, em boa verdade, algumas já sejam caducas por natureza, mas mesmo assim, eu dispensava…

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nas Europeias, porque votaram os portugueses como (não) votaram?

As abstenções.
Primeiro porque estão fartos do tom trauliteiro das campanhas, mas que se estende ao próprio parlamento da república onde cada interveniente procura elevar a voz bem mais alto do que o seu interlocutor e rematar com um «soundbyte» jocoso que lhe garanta algumas gargalhadas dos seus vizinhos mais próximos, o qual não deixa nem a mais ínfima margem para qualquer debate sério, honesto e fundamentado sobre os problemas em questão.
Depois porque bem pode o PSD vir dizer que é a única alternativa ao PS que já ninguém acredita tratar-se de qualquer verdadeira alternativa, mas tão só de alternância em que os «jobs» passam dos «boys» de um partido para os «boys» do outro, sendo que das demais formações partidárias, mesmo com a previsível subida do BE face ao clima propício a manifestações de descontentamento geral, ninguém espera qualquer alternativa nem tão pouco alternância, quanto mais não seja pela falta de jeito de algumas, como, também, pela apetência sôfrega e desmedida de outras (o CDS já por lá andou a alternar e deixou esse facto bem claro).
Estes factores justificam só por si e em muito os quase 2/3 de abstenções.

Os que votaram Branco (perto de 5%).
Pelas mesmas razões dos anteriores, mas querendo afirmar de forma mais militante e determinada que o presente «status quo» da república (mesmo em maré de ir a banhos europeus) está muito semelhante ao do velho aforismo: «isto já parece mais uma república do que outra coisa».

Os que não votaram PS.
Porque estão fartos dos ares socráticos e arrogantes qb do «big boss» e também não encontraram nenhum antídoto credível nos ares patuscos do avô cantigas (aliás, muito menos vital do que o outro), como professor de fila dos candidatos pê-esses, sobretudo quando empurrado para a traulitada até mais não pelo próprio engenheiro.

Os que não votaram PSD.
Porque não gostaram dos primeiros «outdoors» do chefe das hostes laranja atufadamente abotoado como quem quer rebentar pelas costuras o espartilho do fato, facto, de aprimorado corte neo-liberal recauchutado, a dar para o executivo MBA à pressa.

Os que votaram BE.
Porque estava lá uma carinha laroca (Marisa Matias) a fazer esquecer os ares de padreca inveterado (Louçã), de sacristão safado que vai à socapa às galhetas (Portas) e de intelectual caixa de óculos metido a cronista de referência (Tavares).

Os que votaram CDU.
Para ver se algum dos Verdes seria capaz de se juntar ao Cohen Bandit lá nas lides parlamentares europeias.

Os que votaram CDS.
Para ver se o Nuno Melo também sabe cantar o fado, qual marialva de camisa aberta no peito e leve madeixa ao vento, para camones fora de Portas.

Os que votaram Nulo (perto de 2%).
Porque alguns ainda não sabem ler, outros ainda não sabem ver bonecos e outros, ainda, não querem deixar o voto contra a república das bananas apenas em branco.

Os outros todos juntos (perto de 5%).
Porque gostaram da Laurinda Alves, por saudades do Garcia Pereira, ou por defeito do tipo cruzinha automática do euromilhões.
Logo, feitas todas as contas, ganharam obviamente os que (não) votaram em massa por um mesmo ideário, qualquer que pudesse ter sido, com as consequências previsíveis de um tal acto de (não) voto. A democracia (não) agradece.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Âncoras-a-ver-o-Mar

© vr-b, 2009, Pedras d'el Rei, Tavira.
«... mar salgado, quanto do teu sal...»

terça-feira, 2 de junho de 2009

The Accident as a Work of Art

© AFP/Johnsson Liu, September 21, 1999, Wufeng, Taiwan.

No sítio da «Fondation Cartier pour l'art contemporain» Paul Virilio apresenta diferentes exemplos de imagens obtidas em contextos de acidente e catástrofe que, no entanto, podem ser considerados como obras de arte. Polémico?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Arraial

© vr-b, 2009, Pedras d'el Rei, Tavira.

Depois da sobriedade da chaminé alentejana, autêntico torreão da dignidade inabalável daquelas gentes, a placitude de um velho arraial de armação inerte, ... mais ao sul.

domingo, 24 de maio de 2009

Chaminé Alentejana

© vr-b, 2009, Porto da Espada, Marvão, Alto Alentejo.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Sun, Shadow, Sand... and ... Fence ...

© vr-b, 2009, ... do we need a fence ... to ride ...

domingo, 17 de maio de 2009

The Universal Work of Art … from Chaos to Cosmos … it Flows in Pink ... on the Dark Side ... and in Deep Blue ... Marine ...

En haut les galaxies observées avec le HST.
En dessous analyse des mouvements de gaz avec FLAMES/GIRAFFE.
© ESO/Hammer et al.

Considering Paul Hertz's comments: «Do artists discipline themselves to chaos : scientists discipline themselves of chaos?», according to Sarah Jane Pell, <http://www.underseacolony.com/>
and thanks to the information of Roger Malina at the Le LAM – Le Laboratoire d'Astrophysique de Marseille:
The Universal Work of Art ...
…, which science tries to study, understand and explain, although the «astronomical communication domine» shared by the author, the critic and the public (even the solicitors) has not always been that easy to define… nevertheless, optical, electronic and digital media have done quite a lot to make it closer, more visual and less abstract … yet, the big picture is still quite puzzling and therefore attractive …, in fact, attraction is one of its most interesting structural aspects … who knows if, one day, it will be possible to discover its mechanism of «montage des attractions»?

sábado, 16 de maio de 2009

The true work of art ...



... is but a shadow of the divine perfection (Michelangelo).
É o que diz, em sueco (Det sanna konstverket är endast en skugga...) , na escultura junto ao cais da cidade velha de Estocolmo, à qual se apoia o Patrono.
Sobre o Patrono.
Já foram muitos os alpites que chegaram, por mail, por comentário e até de viva voz sobre quem é o Patrono. And the winner is ... Francisco ... com «Van Morrison»! De facto o melhor e o mais apetecível, mas não o mais certo.
Já fui deixando várias pistas e também já chegaram vários «on the mouche», a primeira foi a Isabel, depois o Carlos e o Zé (penso que acertou, mas já não me lembro muito bem). Ficam agora imagens maiores e um pouco mais contextualizadas.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

«'Guns, Ganja and Games' anyone?»

Yes, count me in! Mostly because I like titles. They show so much more about our real literacy than we generally think they do. And this one does it! Not only it is an appropriation of another appropriation of still another appropriation, but it is also a statement of the 3 Gs of Prejudice (as we have the 3 Cs of Literacy), and the «Active Voice» of Annie Paul makes it so much clear for us all.
Mes Hommages.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Somos todos a mesma água (do Handel à Denise)

(cão música do título) Cão de Água do Algarve
Somos la misma agua
Por
Mario Salazar Muñoz
educacioncreativa@gmail.com
Hace ya un tiempo atrás, escuché en una conferencia internacional sobre pedagogía intercultural a un profesor de física, quien como parte de su ponencia sobre el modo de enseñar la física en clases cuyos alumnos fueran de diversas identidades culturales, dijo, como si este fuera un dato obvio… El agua que hay sobre la tierra es la misma y que ha existido desde el comienzo de nuestro planeta, por lo tanto, desde el nacimiento de la tierra no se ha creado ni perdido, ni una gota de agua...
“...No se ha creado ni perdido, ni una gota de agua...”
Me pareció fascinante e increíble que el agua que estaba bebiendo quizás podía aún estar presente una lágrima de amor de una joven del Renacimiento, o talvez el resplandor de un arrollo próximo a la habitación de un pueblo andino. No pude dejar de imaginar los infinitos rostros del agua en sus interminables identidades y su posible hermandad con el silencio de las neblinas del sur de mi adolescencia y el paso sin fronteras de las lluvias atravesando el tiempo sobre el mar...
Esta información de las ciencias físicas, este dato presentado como un evento indiscutible, se unió a otro antecedente, que supe de él cuando recién descubría la amplitud de los caminos de la vida, al recordar mi paso por el sur de mi país, cuando asistía al Liceo de Hombres de Temuco, en la época en que ahí llovía aún más que ahora y yo era adolescente. En ese entonces mi profesor de biología, el recordado Sr. Parada, repetía en forma casi mecánica, con la esperanza de que quizás algún día lográramos comprender la magnitud de lo que nos estaba informando, … los seres humanos estamos formados al nacer por un 85% de agua, asimismo en los años de adulto nuestro cuerpo está formado por un 65 % de pura agua en la que sostiene nuestra vida…
Cuando descubrí la relación entre mis dos aguas, la que me habita y la que viaja en el vientre de las nubes, me encontraba en una parte de mi vida que no olvidaré jamás y que a la vez es parte de la historia de mi propio pueblo. Me encontraba muy lejos de Chile, sin poder volver a donde nunca salió mi alma; en esa época en que mi concepto de libertad se había invertido totalmente, en la medida que ser libre significada entrar y ser prisionero era salir hacia una distancia y un tiempo que parecía sin fin...
Al reconocerme como parte del camino del agua me di cuenta que la mayor parte de mi era parte de un algo mayor que mi nostalgia, y que rompía las distancias uniéndome con mayor claridad a mis hermanos de toda la tierra, pudiéndolos sentir más semejantes, más próximos, abriéndose a la vez una nueva vía para reconocerme como parte de todas las formas de vida.
Me pregunté entonces: ¿Será que en la sonrisa de una niña de Valparaíso brilla también el resplandor de las madrugadas del río Magdalena?,¿Dónde nacieron las aguas que me dieron la vida? ¿Quizás en un charco de Estambul o en una llovizna de los bosques de la Sierra Queretana, para unir sus casualidades y transformarse la vida que recibí?
Fue así que comprendí y empecé a sentir que soy parte de algo aún mayor que mi propia sombra, un habitante de este planeta que paradojalmente se llama tierra, de este planeta donde los mares y ríos son el espejo del cielo y cubren su mayor extensión, conteniendo el agua de siempre, el camino infinito de la vida...
Me encontré de este modo, frente a frente a dos antecedentes científicamente probados que llegaban a mi desde dos momentos y espacios tan distintos. Entonces la realidad y la historia de mi realidad se tornó de un color y un sentido nuevo, en el cual las interrogantes se multiplicaron encontrando a la vez respuestas que tenían un sentido más generoso, al preguntarme: ¿Extranjero de qué podemos ser?, ¿Cómo pudo ser que nos llegamos a sentir alguna vez solos?; ¿Qué pasó con las fronteras, esas que las nubes cruzan sin documentación y hasta seguida por los pájaros...?
Desde la razón del agua, la ecología no puede ser sino la historia desconocida y oculta del árbol genealógico de todas las formas del agua, ese nexo transparente desde donde podemos comprender que todas las vidas son nuestra vida.
Al reflexionar desde esta mirada que se abría ante mi, era estar escuchando, como un eco renacido de la misma tierra, las voces de los sabios de los pueblos originarios, al redescubrir el hecho que desde siempre hemos sido primos hermanos de los árboles y también de los pájaros que los habitan y ahora, más que nunca, conscientes de ser hermanos de los que nos reconocemos en el idioma universal de las lágrimas y las sonrisas, formando parte de ese nosotros de colores y miradas que llamamos humanidad, esta tribu de infinitos rostros que ha inventado miles de idiomas y aún no logra entenderse, ese mismo “nosotros” capaz de hacer nacer la primavera en los desierto y a la vez convertir los paraísos que heredamos en infiernos incomprensibles...
El infinito viaje del agua es el interminable tránsito de la vida, entonces, que la vieja imagen de la muerte se bata en retirada, dejando atrás su amenaza de ser la despedida final, desde la mirada de los caminos del agua ella, la triste, adquiere un rostro diferente, como un recodo más del infinito viaje de la vida, quizás el menos luminoso, quizás el más desconocido, pero tan sólo esos, una esquina más de la vida.
Somos la misma agua.
En nuestra sangre podemos imaginar que está navegando la ternura y el brillo de la mirada de una mariposa en su primer vuelo, en nuestro cuerpo también fluye, quizás dormida, la dulzura de un beso inolvidable, nacido en cualquier época, bajo la noche de un lugar sin nombre….
Entonces, cobijados por la generosidad del agua que nos une a la vida, podemos conjugar todas las acciones en un nosotros más amplio y más generoso, porque somos hijos de una misma fuente, herederos de todas las formas vida y de sus infinitos rostros y paisajes.
Dr. Mario Salazar Muñoz
http://www.escritormariosalzar.cl/

domingo, 26 de abril de 2009

sábado, 25 de abril de 2009

Mario, tanto mar ...

O meu amigo Mario Salazar, cantor, músico, poeta, escritor e ilustrador de sonhos, com quem escrevi em sueco o conto para a infância que reside dentro de todos nós «Sagan om Manuel bland Fiskpinnarna» está agora no ciberespaço, numa parcela chilena, onde o podem ver, ler e ouvir:

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Why Glocal Youth?

Some uses for the word «Glocal»:

«The project Glocal Youth has been inspired by a series of questions:
What image of youth world is conveyed by media addressed to youth? Are there any representations and stereotypes which often recur? What are the differences and similarities between media from Europe and from the developing world? Does it emerge a representation of "Global Youth" or do the differences between North and South prevail?»

domingo, 12 de abril de 2009

IX ENCONTROS DE VIANA - CINEMA VÍDEO - AO NORTE

No âmbito dos IX Encontros de Viana – Cinema e Vídeo (de 04 a 10 de Maio de 2009, em Viana do Castelo), a AO NORTE - Associação de Produção e Animação Audiovisual vai promover os workshops:

ESCRITA PARA FICÇÃO, orientado por Gonçalo Galvão Teles;
PRODUÇÃO – A PREPARAÇÃO, orientado por Henrique Espírito Santo;
SOM DIRECTO, orientado por Ricardo Sequeira.

Os workshops decorrem no dia 08 de Maio (sexta-feira), em Viana do Castelo, das 14h00 às 18h00, e destinam-se, preferencialmente, aos estudantes das áreas relacionadas com o Cinema e Audiovisuais, Ciências da Comunicação e Cineclubistas.

Os participantes serão seleccionados por ordem de chegada das suas inscrições, que deverão ser remetidas até ao dia 24 de Abril. A ficha em anexo pode ser fotocopiada ou descarregada da página da AO NORTE em: http://www.ao-norte.com/encontros_2009.htm

O custo de inscrição é de 10€ (a efectuar depois de conhecidos os seleccionados).
Os participantes têm assegurado alojamento nos dias 09 e 10 de Maio, desde que participem nos Olhares Frontais.

sábado, 11 de abril de 2009

Interactive Storytelling

From our colleague Nelson Zagalo, we got this Call for Papers:

CALL FOR PAPERS --- ICIDS - Interactive Storytelling 2009
2st International Conference on Interactive Digital Storytelling
09-11 December 2009, Guimarães Portugal http://www.icids2009.ccg.pt/

Submission Deadline: June 20, 2009

SCOPE
Interactive entertainment, including novel forms of edutainment,therapy, and serious games, promises to become an ever more importantmarket. Interactive Digital Storytelling provides access to social andhuman themes through stories, and promises to foster considerably thepossibilities of interactive entertainment, computer games, and otherinteractive digital applications. ICIDS also identifies opportunitiesand addressess challenges for redefining the experience of narrativethrough interactive simulations of computer-generated story worlds.Interactive Storytelling thus promises a huge step forward for games,training, and learning, through the aims to enrich virtual characterswith intelligent behavior, to allow collaboration of humans andmachines in the creative process, and to combine narrative knowledgeand user activity in interactive artifacts. In order to create novelapplications, in which users play a significant role together withdigital characters and other autonomous elements, new concepts forHuman-Computer Interaction have to be developed. Knowledge forinterface design and technology has to be garnered and integrated.Interactive Storytelling involves concepts from many aspects ofComputer Science, above all from Artificial Intelligence, with topicssuch as narrative intelligence, automatic dialogue- and dramamanagement, cognitive robotics and smart graphics. In order to processstories in real time, traditional storytelling needs to be formalizedinto computable models, by drawing from narratological studies, and bytaking into account the characteristics of programming. Consequently,due to its technological complexity, it is currently hardly accessiblefor creators and end-users. There is a need for new authoring conceptsand tools supporting the creation of dynamic story models, allowingfor rich and meaningful interaction with the content. Finally, thereis a need for theoretical foundations considering the integration ofso far disjunctive approaches and cultures.Before ICIDS, two European conference series had been serving as mainplatforms for these topics:
* ICVS (International Conference on Virtual Storytelling)
* TIDSE (Technologies for Interactive Digital Storytelling andEntertainment)While the venues of these events were traditionally bound to France and Germany, ICIDS is set to overcome also this geographicallimitation.
ICIDS 2009 will be held in the Centro Cultural Vila Flor, inGuimarães, Portugal, EU.
It is organized by the University of Minhoand the CCG Centro de Computação Gráfica, supported by severalpartners.We welcome research papers, case studies and demonstrations presentingnew scientific results, innovative technologies, best practiceshowcases, or improvements to existing techniques and approaches inthe multidisciplinary research field of interactive digitalstorytelling and its related application areas, e.g. games,virtual/online worlds, e-learning, edutainment, and entertainment.
Suggested research topics for contributions include, but are not limited to:
* Interactive Storytelling Theory
* Virtual Characters and Agents
* Environments and Graphical Effects
* Interactive Cinematography
* Design of Sound Interactivity
* Story Generation and Drama Management
* New Authoring Modes
* Narrativity in Digital Games
* Mixed Realities and Mobiles
* Tools for Interactive Storytelling
* Emotion Design for Interactive Storytelling
* Non-Visual Senses for Interactive Storytelling
* Social and Cognitive Approaches for Interactive Storytelling
* Semantic knowledge for Interactive Storytelling
* Real-time techniques for Interactive Storytelling
* Collaborative environments for Interactive Storytelling
* Evaluation and user experience reports
* Case studies and demonstrations

*** SUBMISSIONS ***
All submissions should follow the Lecture Notes in Computer Scienceformat (see “Information for LNCS Authors” at www.springer.de/comp/lncs/authors.html).
Papers must be in English.Only electronic submissions in PDF format will be considered forreview. Submissions (of all categories) that receive high ratings inthe review process will be selected for publication by the programcommittee. They shall be published as Springer LNCS conferenceproceedings. For the final print-ready version, the submission ofsource files (Microsoft Word/LaTeX, TIF/EPS) and a signed copyrightform will be required.
Submission categories:
Full papers (8-12 pages in the proceedings)
Short papers (4-6 pages in the proceedings)
Demonstration and posters (2-4 pages in the proceedings)
For the submission and review process, we will use the Easychairconference management system.
*** IMPORTANT DATES ***
June 20, 2009 Submission deadline (all categories)
August 20, 2009 Author notification of the review result
September 10, 2009 Submission of the print-ready version
December 9-11, 2009 ICIDS Conference Interactive Storytelling ‘09
A limited number of Student Volunteers will be granted free access tothe conference in exchange for helping with on-site organizationaltasks.
Details on application modalities will be published after thereviewing process.
*** PROGRAMME COMMITTEE
***Co-Chairs: Ido Iurgel, Nelson Zagalo, Paolo PettaLocal Chairs: Pedro Branco & Rogério Silva(in construction)
*** CONTACT

terça-feira, 7 de abril de 2009

Al-Gharb-Energy-Sky

© vr-b, 2008, the vanilla fudge energy that «keeps me going on»!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

«Birds Fly Free»

From Rock into Jazz, where Birds Fly Free ... another way of Media Literacy... (cultural, critical and creative) com a música dos Bad Guys e as imagens do cesarengs ...